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Desastre aéreo: sobrevivente diz que todos se levantaram e começaram a gritar





Autoridades colombianas encerraram as buscas às vítimas do acidente com o avião que levava a delegação da Chapecoense até a cidade de Medellín, na Colômbia. O balanço final da operação de resgate registra seis feridos e 71 mortos.

Foto: imprensa colombiana
Os sobreviventes são os jogadores Alan Ruschel, Follmann e Neto, o jornalista Rafael Henzel, e os tripulantes Ximena Suarez e Erwin Tumiri. Inicialmente eram contabilizadas 75 vítimas fatais. No entanto, na lista de passageiros constava o nome de quatro pessoas que não embarcaram, incluindo o prefeito de Chapecó, Luciano Buligon. As caixas pretas do avião que transportava a delegação da Chapecoense já foram encontradas e enviadas para investigação da Aeronáutica Civil colombiana.

Foto: Policiantioqui

O embaixador brasileiro na Colômbia, Julio Bitelli, relatou em entrevista a ESPN que notou "um grande sentimento de comoção" na Colômbia por conta do acidente aéreo. O embaixador relatou que a prefeitura de Medellín disponibilizou à equipe brasileira um escritório para facilitar o trabalho de identificação e transporte dos corpos.

Foto: arquivo pessoal
Um dos seis sobreviventes da queda do avião que levava a delegação da Chapecoense para a Colômbia, Erwin Tumiri afirmou que saiu com vida por ter seguido os protocolos de segurança. O integrante da tripulação da aeronave também relatou como foi a reação das demais pessoas a bordo momentos antes da colisão com o solo.

"Naquela situação, muitos se levantaram das cadeiras e começaram a gritar, mas eu coloquei as malas entre minhas pernas para formar a posição fetal que se recomenda nos acidentes", disse em entrevista à TV Caracol. "Sobrevivi porque segui os protocolos", concluiu.

(Com informações do Bahia Notícias).