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Pais terão que esperar vários meses para enterrar filha assassinada em Luís Eduardo Magalhães



Foto: arquivo pessoal
A família da adolescente Jhennefer Santos, de 15 anos, terá que esperar cerca de seis meses para enterrar o seu corpo, encontrado em avançado estado de decomposição durante a manhã desta quinta-feira (19), em um matagal próximo à divisa entre Luís Eduardo Magalhães e Barreiras.

Segundo o Blog Sigi Vilares, a perícia técnica e o médico responsável pela necropsia não conseguiram atestar que o corpo é da adolescente, embora a família tenha reconhecido as roupas e uma tatuagem na perna esquerda.

“Já que a necropsia não conseguiu comprovar que o corpo é mesmo o da Jhennefer, o IML de Barreiras pediu esse exame [DNA, em Salvador] que dará a certeza que precisamos. Infelizmente, nesse caso a família terá que aguardar”, disse o delegado Joaquim Rodrigues, em entrevista ao Blog.

Segundo a polícia, o corpo apresentava três perfurações na cabeça, no braço e na esquerda, supostamente, produzidas por bala, que teriam causado a morte da vítima. A polícia afirmou, ainda, que já identificou a autoria e os motivos do assassinato, mas não forneceu informações para não comprometer as investigações.

Jhennefer ficou desaparecida por vários dias, enquanto sua família realizava buscas junto à polícia, além de procurar a imprensa para divulgar a foto e o pedido de auxílio.

Nesta semana, a família recebeu a foto do corpo de uma jovem com roupas semelhantes às utilizadas pela adolescente, antes do desaparecimento, e uma tatuagem na perna esquerda, também semelhante a uma que a vítima possuía. Ontem, um homem localizou o corpo no mato e acionou a polícia.