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Limitação orçamentária imposta pelo Planserv afeta atendimentos e gera embate entre plano e unidades de saúde


Foto: imagem / TV Bahia

Um limite orçamentário imposto mensalmente pelo Plano de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos da Bahia (Planserv) a instituições credenciadas para prestação de serviços médicos tem impactado nos atendimentos aos beneficiários e gerado embate entre o Plano e as unidades de saúde. 


Enquanto o Planserv, ligado à Secretaria da Administração (Saeb) do governo da Bahia, diz que as limitações são medidas de gestão que visam o equilíbrio econômico-financeiro para evitar instabilidade no sistema de assistência à saúde, já que, segundo o plano, houve aumento exponencial das despesas assistenciais em saúde, intensificado desde o começo de 2017, as instituições credenciadas dizem que, por conta da limitação, atendimentos podem deixar de ser prestados pelo plano. 

Plano de saúde com maior número de beneficiários no estado, o Planserv é facultativo e atende mais de 500 mil servidores na capital e no interior (quase 70% dos trabalhadores da Bahia) e seus dependentes/agregados. O plano não especificou de quanto foi o aumento das despesas assistenciais em saúde registrado esse ano e nem por qual motivo isso se deu. 

A rede credenciada inclui cerca de 1.500 empresas no estado inteiro, entre hospitais, clínicas e laboratórios, oferecendo cobertura para consultas, pronto atendimento, emergências, exames em geral, internações clínicas e cirúrgicas, assistência domiciliar, tratamentos seriados e suporte de medicamentos. 

As instituições de saúde credenciadas ainda reclamam de falta de repasse financeiro relacionados a atendimentos de casos emergenciais que não puderam deixar de ser realizados, por conta da gravidade, e extrapolaram o teto imposto pelo Planserv.

  G1 Bahia  



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