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O inferno da "cura" gay


Foto: reprodução

O Portal UOL publicou uma matéria extensa sobre os métodos utilizados para o que hoje é denominado de "cura gay", nas três primeiras décadas do século XX, em um hospital psiquiátrico localizado na região metropolitana de São Paulo.


O texto narra vários casos reais obtidos mediante pesquisas de prontuários no Arquivo Público do Estado, deixando claro que jamais foi elaborado um diagnóstico definitivo sobre a homossexualidade enquanto doença.

Os homossexuais ou homens internado com suspeita de "pederastia passiva" eram submetidos a eletrochoques, tratamentos químicos que provocam fortes convulsões ou outras intervenções terapêuticas, atualmente encaradas como métodos violentos pela medicina.

A reportagem descreve internações forçadas de homens, a pedido das famílias, e internações solicitadas pelos próprios "pacientes' que se consideravam doentes por causa da homossexualidade..

Entre outras constatações, a matéria cita conclusões de pesquisadores que perceberam a função das internações, como forma de livrar as famílias da vergonha que seria o convívio com homossexuais.

Veja a matéria completa no UOL.



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