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Polícia investiga estupro e diz que Daniel, ex-SP, era conhecido da família



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Foto: UOL Esporte


O empresário Edison Brittes Jr, suspeito de matar o meia Daniel, que pertencia ao São Paulo, apareceu em um vídeo contando sua versão sobre o que aconteceu na casa dele antes do assassinato do jogador. Ele afirma que tirou o atleta de cima de sua esposa, Cristiana Brittes, e negou relação entre os dois.

"Foi quando eu fui até a porta, a mesma estava trancada. Ele tinha entrado no quarto, tirado a roupa e trancado. Eu arrombei a porta do meu quarto e, quando eu abro a porta, ele está em cima da minha esposa, e ela gritando e pedindo socorro. O que eu fiz foi o que qualquer homem faria, porque a mulher que estava ali não era a minha esposa. Eram todas as mulheres do Brasil. Podia ser a sua filha, a sua irmã, a sua mãe, a sua esposa. Naquele momento, era a minha esposa, a Cris, com quem eu sou casado há 20 anos. A mulher que eu dediquei toda a minha vida, que sempre me amou e respeitou", disse Edison em vídeo divulgado pelo "Brasil Urgente", da TV Bandeirantes.



"A mídia falou muita coisa. Minha esposa nunca teve nada com o Daniel, muito menos a minha filha. Boatos sempre acontecem, mas a verdade vai vir à tona. Se eu fiz o que eu fiz, eu quero que cada um que está assistindo pense o que você faria para manter a integridade moral da sua família e ajudar uma mulher pequena e frágil. Foi quando eu tirei ele de cima da minha esposa, joguei ele no chão e evitei que ela fosse estuprada por esse monstro canalha", acrescentou.

Daniel foi encontrado em um matagal em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná, parcialmente degolado e com o pêniscortado. Uma testemunha que prestou depoimento na última quarta-feira (31) afirma que Edison Brittes Jr. e os demais agressores teriam colocado Daniel no porta-malas de um carro e saído com uma faca. O automóvel foi apreendido pela polícia para uma perícia.



Nesta quinta-feira (1º), o delegado-titular da Polícia Civil de São José dos Pinhais, Amadeu Trevisan, afirmou que as autoridades ainda não sabem se houverealmente estupro ou se o ex-jogador teria apenas deitado ao lado de Cristiana Brittes.

Mensagens de WhatsApp do celular de Daniel, anexadas ao processo, mostram o jogador conversando com um amigo dizendo que pretendia "comer a mãe da aniversariante". Dezessete minutos depois, o meia mandou outra mensagem: "Comi ela, moleque", seguida de risadas e fotos ao lado de uma mulher, aparentemente desacordada. Uma foto também comprova o arrombamento da porta.



Filha diz que escutou "gritaria" e nega envolvimento

Já a filha de Edison e Cristiana, Allana Brittes, afirmou que escutou gritaria no quarto da mãe. Ela diz que conhecia o jogador há menos de um ano e que nunca se envolveu com ele.

"Estávamos na área de festa, e eu subi para o quarto para dormir com a minha amiga. Passou uns segundos e começamos a escutar gritaria. Descemos e, na hora que abrimos a porta, ele estava em cima da minha mãe tentando estuprar ela. Todo o mundo começou a querer fazer alguma coisa contra ele, porque minha mãe gritava, e ele não falava nada. (Conhecia Daniel) Há menos de um ano, mas eu nunca, nunca me envolvi com ele", declarou Allana em vídeo também divulgado pela TV Bandeirantes.

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