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Polícia Civil interrogou suspeito que nega ter negociado a venda do garoto de 12 anos







Em conversa com a nossa reportagem, Dr. Leyvison disse que o pedido de prisão preventiva foi enviado à justiça para auxiliar nos trabalhos de investigação e que sua equipe trouxe o suspeito para Santa Maria da Vitória, no final da tarde dessa terça-feira (15), onde realizou o interrogatório.

Dr. Leyvison disse, ainda, que Sinvaldo utiliza medicação de uso controlado e entrou em contradição por várias vezes, durante o depoimento. No entanto, negou que tivesse participado de qualquer negociação que envolvesse a venda do garoto. O Delegado acrescentou que o suspeito, às vezes, fala sobre coisas desconexas, como se fugisse à realidade.


Foto: Polícia Civil


Sinvaldo negou, ainda, que conhecesse brasileiros que residem no Japão, mas disse que mantém contato com brasileiros na China, em Portugal e na Itália.

O Delegado desmentiu informações divulgadas sobre uma acusação que Maria teria feito a Sinvaldo, afirmando que ele foi preso por tráfico de drogas. De acordo com Dr. Leyvinson, o acusado responde a procedimentos criminais em Botuporã, em ocorrências que envolvem a Lei Maria da Penha - tentativa de agressão à ex-sogra -, porte ilegal de arma de fogo e receptação.

Após ouvir Sinvaldo, o Delegado fez novos questionamentos a Maria, que reafirmou as acusações anteriores contra Sinvaldo, acrescentando que ele cobrou uma quantia que teria emprestado "a juros", para um tio dela. Nesse momento, Silvando teria sugerido a entrega do garoto para outra família.

A Polícia Civil continua com as investigações sobre o caso que ganhou grande repercussão no Estado, a partir da matéria do Portal Lapa Oeste.



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