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Fake news: Telegram desmente que mensagens da Vaza Jato foram alteradas








Em uma imagem que circula pelas redes sociais, o aplicativo de mensagens Telegram teria “admitido” que as mensagens divulgadas pelo portal The Intercept Brasil entre o ministro Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, da operação Lava Jato, foram adulteradas.






COMUNICADO: brasil, 11/06/2019: informamos a todos, que conferindo nossos arquivos das conversas, entre autoridades do brasil [sic], admitimos que foram mudadas o textos por rackers, [sic] e não corresponde a [sic] verdade, já providenciamos a documentação para qualquer informação para as autoridades do brasil [sic], assim que convocados”, teria publicado a empresa em sua conta oficial do Twitter. O print tem circulado por aplicativos de mensagem e pelo próprio Twitter, com manifestações de apoio ao ministro da Justiça.

FALSO: Telegram não admitiu que mensagens foram alteradas A imagem compartilhada é montagem. O Telegram não publicou comunicado avaliando o conteúdo das mensagens entre o ministro e o procurador.






Em sua conta oficial no Twitter, o aplicativo negou que a mensagem tinha sido postada por eles. “A captura de tela compartilhada por você é claramente falsa, e o Telegram não compartilha dados com terceiros”, afirmou a empresa, em resposta a um usuário que publicou a corrente. “Verifique os fatos.”

Entre os erros da montagem, ela mostra ainda a conta internacional do Telegram, que publica em inglês, e não a conta Telegram Brasil, que posta em português, e contém ainda uma série de erros gramaticais.




Telegram nega que foi hackeado ou que compartilhe conteúdo

O aplicativo também reiterou diversas vezes que seu conteúdo não foi nem pode ser hackeado. “Se um ‘hacker aqui’ lhe disser que pode quebrar a Verificação em Duas Etapas do Telegram, peça que ele prove”, publicou a empresa. “O mesmo se aplica a qualquer um que diz ser o Pelé: peça uma prova na hora.”

Além disso, o aplicativo nega a última parte da corrente, em que teria informado que disponibilizaria conteúdo para as autoridades brasileiras se fosse solicitado. “Até hoje, divulgamos 0 bytes de dados de usuários para terceiros, incluindo governos”, afirma a empresa em seu site oficial.

  UOL  



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