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Oeste: empresários planejam cultivo de maconha para uso medicinal



maconha_plantacao_canabis (Foto: Thinkstock)



Empresários aguardam liberação final da Anvisa para iniciar o cultivo de maconha para uso medicinal no Oeste da Bahia. Inicialmente, o município de Angical seria o polo produtor na região, de acordo com informação do Blog Sigi Vilares.

Segundo a Revista Globo Rural, os empresários interessados no empreendimento são proprietários do grupo Piahuy, que fabrica, no Uruguai e em Portugal, remédios feitos com princípios ativos do cânhamo. “O processo começou a caminhar mais rapidamente no Brasil”, diz Eduardo Sampaio, um dos proprietários da empresa, que planeja investir cerca de US$ 5 milhões em unidades fabris no país.



Se o cultivo for legalizado, o empresário pretende comprar a planta de agricultores com autorização para o cultivo. Segundo Sampaio, o “Cerrado e a região Oeste da Bahia, com tempo ensolarado e a quantidade ideal de chuvas para a Cannabis, seriam áreas propícias para o plantio”.

De acordo com a Revista, a Anvisa abriu consulta pública sobre o tema no último dia 11 de junho, aberta à participação de empresas, pesquisadores e representantes da sociedade civil pelos próximos dois meses.



A reportagem cita que a maconha vem sendo utilizada para a fabricação de medicamentos para uma série de doenças, entre elas epilepsia, mal de Parkinson e esclerose múltipla. A fibra da planta, bastante resistente, é empregada na produção de tecidos, materiais para a construção civil e móveis há milhares de anos.

Hoje, quase 7 mil pacientes estão registados na Anvisa para importar medicamentos à base de componentes da maconha. Em média, o processo de liberação da Anvisa, que precisa autorizar os pedidos, leva de 40 a 50 dias. Apenas no ano passado, 2.371 novos pacientes se cadastraram. Informações da Revista Globo Rural.







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