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USP inaugura laboratórios para identificar zika, dengue e febre amarela





USP inaugura laboratórios para identificar zika, dengue e febre amarela




A Universidade de São Paulo inaugurou, nesta quinta-feira (4), a Plataforma Científica Pasteur-USP, no centro de Inovação na zona oeste da cidade. A plataforma tem um conjunto de 17 laboratórios que têm o objetivo de identificar doenças como zika, dengue, febre amarela e gripe. 

Os laboratórios são resultado de uma parceria firmada em 2015 entre a universidade, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Pasteur, uma fundação francesa com foco na saúde. De acordo com o G1, a área ocupada pela plataforma é de 1.700 m², com investimento previsto de cerca de R$ 40 milhões. 






Além das doenças que provocam danos no sistema nervoso (gripe, febre amarela, dengue e zika), também serão estudados pela Plataforma protozoários como os tripanosomas que causam a doença do sono. Os laboratórios devem abrigar de 80 a 100 pesquisadores, entre técnicos, estudantes e funcionários. 

Vale lembrar que a inauguração desse projeto vem num contexto em que os casos de dengue, por exemplo, subiram 339% em relação ao ano de 2018. As mortes praticamente dobraram (lembre aqui). 




Na Bahia, esse número é ainda maior. Durante os primeiros cinco meses de 2019, o estado registrou um aumento de 460,6% em comparação com o mesmo período de 2018. O número de mortes praticamente triplicou, subiu de 99 para 295 (veja aqui).

  Bahia Notícias  



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