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Bahia: contaminação com alumínio pode ter matado 25 pacientes em clínica de hemodiálise






Por: Correio 24 Horas

Ao menos 25 mortes de pacientes que faziam tratamento na clínica DaVita, no bairro de Caminho de Areia, estariam relacionadas à contaminação por alumínio. É o que dizem os pacientes que continuam fazendo hemodiálise na clínica. “A gente sabe que os óbitos aconteceram logo após o período da contaminação, mas as famílias na ocasião não tinham conhecimento do erro da clínica”, declarou Cintia Carla da Silva Gomes, 41, uma das pacientes contaminadas.



“Estou de luto por meu marido há três meses e é um misto de dor, revolta e medo, principalmente, porque assim como ele, também fui contaminada e posso morrer a qualquer momento por cauda do erro da clínica”, desaba Sandra, esposa de Gilson de Jesus Silva, 46, que faleceu em agosto deste ano. Gilson fazia hemodiálise no mesmo endereço há 18 anos. “Eu conheci ele lá. Na época, tudo era fiscalizado”, conta Sandra.

O casal ficou junto por quatro anos. “A convivência era muito intensa. Íamos para a DaVita juntos, médicos juntos. Saudade não tem tamanho. Choro todas as noites. Não tenho dúvida que a morte tem a ver com o alumínio. Além do sofrimento pela ausência, fico apreensiva porque posso ter o mesmo triste fim dele”, disse Sandra.



Ao menos 25 mortes de pacientes que faziam tratamento na clínica DaVita, no bairro de Caminho de Areia, estariam relacionadas à contaminação por alumínio. É o que dizem os pacientes que continuam fazendo hemodiálise na clínica. “A gente sabe que os óbitos aconteceram logo após o período da contaminação, mas as famílias na ocasião não tinham conhecimento do erro da clínica”, declarou Cintia Carla da Silva Gomes, 41, uma das pacientes contaminadas.

“Estou de luto por meu marido há três meses e é um misto de dor, revolta e medo, principalmente, porque assim como ele, também fui contaminada e posso morrer a qualquer momento por cauda do erro da clínica”, desaba Sandra, esposa de Gilson de Jesus Silva, 46, que faleceu em agosto deste ano. Gilson fazia hemodiálise no mesmo endereço há 18 anos. “Eu conheci ele lá. Na época, tudo era fiscalizado”, conta Sandra.



O casal ficou junto por quatro anos. “A convivência era muito intensa. Íamos para a DaVita juntos, médicos juntos. Saudade não tem tamanho. Choro todas as noites. Não tenho dúvida que a morte tem a ver com o alumínio. Além do sofrimento pela ausência, fico apreensiva porque posso ter o mesmo triste fim dele”, disse Sandra.

Na última quarta-feira (16), Cavalcanti indicou que a Bahia ganhará 40 novos pontos de fiscalização.




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