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Edital do Governo Federal favorece ex-banco de Paulo Guedes








Na véspera de anunciar o vencedor ou vencedores de um polêmico processo seletivo de fornecedor de produtos e serviços mais baratos para 1,2 milhão de servidores públicos, o Ministério da Economia foi acusado de tentar favorecer bancos. E entre estes, particularmente o BTG Pactual, do qual o ministro Paulo Guedes é um dos fundadores e que tem feito bons negócios no atual governo.

A acusação surgiu em uma audiência pública realizada na Câmara nesta segunda-feira 4 sobre o processo de escolha. Partiu de três personagens: Gilberto Lima, presidente do Instituto Illuminante de Inovação Tecnológica e Impacto Social, Flavio Werneck, diretor jurídico da Federação Nacional dos Policiais Federais, e Roberto Niwa Camilo, dono da Markt Club.



Coube a Camilo, empresário interessado diretamente no assunto, ligar a iniciativa do governo ao BTG. Segundo ele, uma das firmas aprovadas em uma etapa inicial do processo seletivo apresentou uma carta de recomendação do BTG. Trata-se da Allya, startup na qual o banco anunciou, em julho, que faria fé este ano. O time de Guedes lançou o processo três semanas depois desse anúncio.

CartaCapital relatou em setembro as controvérsias do processo e a presença da Allya como competidora. No Congresso, mais de um parlamentar comenta nos bastidores que o Ministério da Economia bola medidas favoráveis ao BTG.

Veja a matéria com todas as denúncias da Carta Capital (clique aqui).



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