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Para MPF, presidente do TJ-BA indicou "juízes suspeitos" para atuar no Oeste da Bahia





Por: Bahia Notícias

Afastado por decisão judicial (relembre aqui), o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Gesivaldo Britto, movimentou R$ 24 milhões nos últimos seis anos, segundo o Ministério Público Federal (MPF).



De acordo com o órgão, o valor é "totalmente incompatível" com os vencimentos de Gesilvado. O MPF apontou ainda que o chefe da Corte indicou "juízes suspeitos" para atuar no Oeste baiano, ao citar Marivalda Almeida Moutinho e Sérgio Humberto. O Ministério Público pediu a prisão dos dois últimos magistrados, mas a Justiça negou (reveja aqui). 

O MPF diz ainda que o desembargador José Olegário Caldas teve movimentação de R$ 22,4 milhões de 2013 até este ano. Para o órgão, o valor também é "incompatível". Os investigadores estranharam ainda um depósito de Valmir das Virgens no valor R$ 340 mil em espécie, entre julho e outubro de 2018, tendo como beneficiário Olegário. O magistrado também é investigado pela Procuradoria Geral da República por vender sentenças no valor de R$ 100 mil, segundo o MPF.




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