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Um homem morreu e 19 foram detidos em operação policial contra o tráfico



Grupo é preso por tráfico de drogas em Itaberaba, na Bahia — Foto: Secretaria de Segurança Pública/Divulgação
Foto: SSP/BA


Um homem morreu e dezenove pessoas foram presas durante uma grande operação policial contra o tráfico de drogas, na cidade de Itaberaba, Chapada Diamantina.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública, as equipes policiais cumpriram mandados de prisão e de busca e apreensão em várias partes da cidade.
Um dos líderes do tráfico, identificado como Eder Santana Mota, resistiu à prisão e trocou tiros com os policiais. No confronto ele foi atingido e morreu.


As outras pessoas detidas foram levadas para a Delegacia Territorial de Itaberaba. A polícia apreendeu armas, drogas e material para o tráfico. As investigações foram realizadas nos últimos seis meses pela Polícia Civil, de acordo com a SSP/BA.
As pessoas detidas são Vinícius de Jesus, Girlene Jesus dos Santos, Maria Cláudia Souza Santana, Cledenildes Jesus dos Santos, Maria Luiza Santos da Silva, Joelane Oliveira Santana, Wellington Silva dos Santos, Mouraci Gomes de Oliveira, José Armando Santos da Silva, Osmar Simas de Oliveira, Josias de Jesus dos Santos, Ailton Felipe Santos Marques, Daniela Menezes da Silva, Elivelton Neres, Marcos Vinicius Limeiro Monteiro, Jailson da Silva Nunes, Júnior Pinheiro dos Santos, Itatiara Asssis dos Santos e Luan Barreto da Silva.



Deveríamos ter desconfiado que era uma invasão na cerimônia de posse do seu ministério anunciado pelo Bolsonaro. Lembra? Grande parte dos ministros usava longos guarda-pós brancos. Aquilo era estranho, estariam lançando uma nova moda ministerial, com o guarda-pó simbolizando sua disposição de trabalhar pelo País sem personalismo ou vaidade? Mas não. Assim que foram identificados como ministros do novo governo, os de guarda-pós arrancaram seus disfarces – que tapavam fardas militares!

A quantidade de militares em quem ninguém votou, com cargo oficial e poder, perfilados dentro da sede do governo, caracterizava um golpe. Branco como os guarda-pós, mas golpe. Sem armas à vista, sem tanques na rua, mas a invasão de um país por outro assim mesmo.

Tudo neste texto é metafórico, da anticultura num país dominado pelo que ele mesmo tem de mais retrógrado, do primeiro parágrafo, aos guarda-pós que não existiram, mas sua única imprecisão está no exagero. 





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