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Opinião: tratar saúde como mercadoria, uma hora ia dar mer**



Equipes de limpeza lavam ruas, calçadas e bancos próximos a hospitais - Divulgação

Por: Milô Araújo / UOL

2020 veio para mostrar que 2019 foi apenas uma brincadeira de criança. Hoje a diretriz é, quem puder parar e se enclausurar em casa, que o faça! Claro, sabemos que o famigerado home office é uma condição que apenas uma parcela limitada da sociedade brasileira pode se prestar a fazer. Aos outros, até o momento, tem restado sair e se arriscar e arriscar as pessoas próximas. E alguns podem pensar "Poxa, quem está saindo têm assumido uma atitude bastante irresponsável, não?". Bom, vamos começar uma reflexão aqui.



Está sendo um período doloroso, e eu acredito que o pior ainda nem chegou. Porém, se tem uma coisa que o coronavírus nos trouxe, foram pontos para revermos nosso comportamento em geral. Quem diria (muita gente diria, rs) que enfraquecer e sucatear os braços públicos, como o SUS e as universidades públicas, nos colocaria em maus lençóis? Quem diria que focar todos os esforços da economia para o bem-estar das grandes corporações em detrimento do cidadão, com grandes doses de desequilíbrio, nos deixaria tão vulneráveis? Em quarentena, temos tido bastante tempo para pensar: o corona está deixando transparente que viver girando em torno do capital, sem pensar que atrás dos números existem pessoas, iria nos deixar uma conta cara mesmo. E sabemos quem acaba pagando a maior parte no final.




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