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Brasil: foi registrado um caso de violência a cada 3h no final da campanha política



O carro de Alcides Zacarias Sobrinho (PSD), prefeito de Castanheiras (RO), foi alvejado por tiros

Por: Agência Pública, Amazônia Real, Gênero e Número, Marco Zero Conteúdo, Ponte Jornalismo, Portal Catarinas, Projeto #Colabora, Agência Saiba Mais, Plural / Agência Pública


Pau, pedra, faca, bandeira de candidato, um caminhão, garrafa, muitas balas e até explosivos. Essas foram algumas das armas usadas para agredir eleitores e candidatos durante a última quinzena da campanha para as eleições municipais de 2020, marcadas por uma onda de violência sem precedentes – e de diferentes tipos.



Um levantamento inédito realizado por uma coalizão de nove veículos jornalísticos contabilizou 114 casos de violência relacionados à eleição – incluindo ameaças, ofensas, agressões, tentativas de homicídio e assassinatos – ocorridos desde o começo de novembro. Isso significa que houve, em média, um episódio de violência política a cada 3 horas nos primeiros 15 dias de novembro.

O número é 60% maior do que a quantidade de ataques registrada na véspera das eleições de 2018, quando a polarização da disputa presidencial entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) deu o tom das agressões, com 50 delas partindo de bolsonaristas. Este ano, tanto vítimas quanto agressores eram de todo o espectro político. Reportagem completa: clique aqui.

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